Publicado em
11/04/2026
às 13:15
Em Ceres, o silêncio deste sábado amanheceu triste. Não apenas pela despedida de um empresário conhecido, mas pela ausência repentina de alguém que fazia parte do cotidiano da cidade.
Júlio César de Araújo não era só um nome à frente de um negócio. Era presença, era conversa, era rotina construída ao longo dos anos entre ferramentas, clientes e amizades. Sua empresa não era apenas um ponto comercial na Rua Rui Barbosa — era também um espaço de encontros, de confiança e de histórias compartilhadas.
O velório ocorreu na Pax Ceres, reunindo familiares, amigos e pessoas que, de alguma forma, tiveram suas vidas tocadas por sua trajetória. O sepultamento aconteceu às 11h30, em meio a um clima de profunda comoção.
A despedida, marcada por lágrimas e abraços apertados, revelou algo que vai além das palavras: o quanto sua história deixou marcas nas pessoas. Cada olhar emocionado, cada gesto de carinho, carregava um pouco da gratidão por quem ele foi em vida.
Hoje, fica o vazio difícil de explicar. Mas também permanece aquilo que nem o tempo apaga: a lembrança de um homem trabalhador, presente e respeitado, que agora segue vivo na memória de uma cidade inteira que se despede, mas não esquece.
Júlio César de Araújo
20/1/1971 - 10/4/2026
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