Publicado em
09/02/2026
às 07:25
Populacional Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (7) que a oposição não terá argumento nas urnas se comparar os feitos econômicos do governo, previu que as eleições serão um período de guerra e afirmou que “não tem mais essa de ‘Lulinha paz e amor’”. As declarações foram dadas em discurso nas comemorações dos 46 anos do PT.
O petista considerou que “não há como perder” para os adversários, mas ressaltou a importância da narrativa política. “O que vai ganhar essas eleições é a nossa narrativa política”. “Vamos ter que construir o discurso político, ainda não está pronto, mas vamos ter que preparar, porque é uma guerra política”, prosseguiu.
“Nós temos que escrachar cada mentira que eles contarem, nós temos que desmontar, e temos que provar e ter coragem de debater. A gente não pode ficar quieto, nós temos que ser mais desaforados, porque eles são desaforados. E nós não podemos ficar quietinhos. Não tem essa mais de ‘Lulinha paz e amor’, não tem essa mais. Essa eleição vai ser uma guerra, e nós vamos ter que estar preparados para ela”, continuou.
Lula citou a fala feita no mesmo evento na véspera pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e comemorou a queda da inflação, o aumento do salário mínimo e os recordes do Ibovespa. O aniversário do partido é realizado em Salvador. Haddad não estava presente no evento neste sábado. O ministro está em São Paulo, onde lança o livro “Capitalismo superindustrial”.
Na sua fala, Lula chegou a brincar, dizendo que, “quando a Bolsa cresce, a gente não ganha nada”. Mas emendou dizendo que quando o mercado se desvaloriza, o país todo perde. “É assim. Nós só ficamos com o prejuízo”, disse.
Lula também disse que ainda não está contente com a isenção de imposto de renda para quem recebe até R$ 5.000 por mês porque entende que “salário não é renda”, mas reconheceu que mudanças nesse sentido só são possíveis com a construção de uma ampla aliança política. “Acordo político é uma coisa tática”, afirmou.
presidente ressaltou ainda feitos na área de educação, saúde e infraestrutura, e disse que é a narrativa petista que vencerá a eleição. “Não há como perdermos para os adversários”, afirmou.
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Alckmin
Lula voltou a fazer elogios ao vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), em meio a dúvidas sobre a manutenção da chapa na disputa à reeleição neste ano. As falas foram feitas no aniversário de 46 anos do PT, evento realizado em Salvador.
“Quando é que vocês imaginaram que eu e Alckmin íamos estar juntos? Nunca. Então, veja, o dado concreto é que isso mostra que a política é uma arte”, destacou Lula, chamando o vice para se levantar ao lado dele. Alckmin estava usando uma meia vermelha e chegou a fazer o sinal de “L” com os dedos.
Além de Alckmin, estava no palco, mais ao fundo, o presidente do PSB e prefeito do Recife, João Campos.
“Na minha vida as coisas só acontecem porque Deus quer que aconteçam. E o Geraldo Alckmin é uma dessas coisas que Deus fez acontecer na minha vida, porque é um homem extraordinário, que eu respeito e admiro”, completou Lula.
Lula defendeu alianças para vencer as eleições e disse que o PT “não está com essa bola toda”. “Nós temos estados em que nós precisamos compor”, ressaltou. E disse que depois do eventual próximo mandato, “acabou”. “Não se preocupem que eu não quero mais mandato, não. Depois desse, acabou.”
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