Terça-feira, 03 de Fevereiro

Polícia Civil prende investigado por estupro de vulnerável e pornografia infantil em Anápolis

Publicado em 02/02/2026 às 16:11
Anápolis

A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Anápolis – 3ª DRP, prendeu no último domingo (1º) Rangel Gonçalves Magalhães, de 28 anos, investigado pelos crimes de estupro de vulnerável e armazenamento de conteúdo pornográfico infantil.

A investigação começou após denúncia recebida pelo Disque 100, da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, informando que uma criança de 5 anos estaria sendo vítima de abusos praticados por um amigo da mãe.

Durante as apurações, o investigado chegou a comparecer à delegacia acompanhando a vítima. Em atendimento especializado, a criança relatou os abusos. Diante dos indícios, a autoridade policial representou por mandado de busca e apreensão na residência do suspeito, medida autorizada pelo Poder Judiciário.

Na ação, foi apreendido um aparelho celular. A perícia no dispositivo localizou material pornográfico infantil, além de arquivos que reforçam as evidências do crime investigado. Também foram encontrados registros que indicam que o investigado acompanhava publicações sobre prisões realizadas pela DPCA e pesquisava métodos de investigação policial relacionados a esse tipo de delito.

Paralelamente, a Polícia Civil apurou que o homem frequentava diversas igrejas da cidade, onde se aproximava de crianças, oferecendo-se para cuidar delas, inclusive acompanhando-as ao banheiro.

Diante da gravidade dos fatos e do risco de novas vítimas, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido foi deferido pela Justiça, e Rangel foi preso na noite de domingo, durante um culto em uma igreja no Bairro São José, em Anápolis.

Ele responderá pelos crimes de estupro de vulnerável e armazenamento de pornografia infantil, cujas penas máximas, somadas, podem chegar a 19 anos de prisão.

A divulgação da identidade do investigado foi autorizada por despacho fundamentado da autoridade policial responsável pelo inquérito, com base na legislação vigente, visando ao interesse público e ao pleno esclarecimento do crime.
O caso segue sob investigação.

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