Conselheira Tutelar em Rialma diz ser agredida e ameaçada de morte e pede justiça - Jornal Populacional
Sábado, 18 de Novembro de 2017
  • Conselheira Tutelar em Rialma diz ser agredida e ameaçada de morte e pede justiça

    Publicado em 13/11/2017 às 23:30

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    Uma conselheira tutelar de Rialma, que estava em sua chácara que fica no setor Parque Industrial, neste domingo (12/11), segundo ela foi agredida verbalmente e fisicamente. O fato ocorreu entre o horário das 17h às 18h, na chácara São Luiz.

     

    A conselheira Arleusa Rodrigues Naves Ribeiro, de 48 anos, entrou em contato com a redação do Jornal Populacional para falar do assunto e pedir justiça por tudo que aconteceu.

     

     Ela relatou que 1h após ter chegado na chácara, ouviu um disparo de arma de fogo, ela que estava de plantão no Conselho Tutelar, saiu para saber do que se tratava, ela disse que quando observou, um vizinho com uma espingarda nas mãos apontando em uma direção do lado de baixo da chácara realizando disparos com arma.

     

    O segundo tiro que o homem disparou ela pediu para que ele parasse e falou que iria chamar a polícia, segundo ela o homem disse que estava fazendo isso para proteger os vizinhos desses moleques sem vergonha que estão dentro da chácara, o homem não estava dentro da chácara de Arleusa, mas sim em uma outra chácara vizinha que aliás, segundo Arleusa, ele não tem nada a ver, não trabalha na chácara e não tem ligação nenhuma com os proprietários da chácara.

     

    Arleusa, contou que o suspeito disse a ela que se chamasse a polícia, o homem iria dar um tiro na cabeça dela, a polícia foi chamada, em seguida segundo a conselheira o homem disparou mais dois tiros em direção de três crianças e uma adolescente que estavam pegando manga.

     

    As crianças tem idade entre 10 e 11 anos e adolescente 14 anos de idade, a conselheira informou que não sabia quem eram as crianças, mas que as viu correndo, nesse intervalo segundo a conselheira o homem disparou cerca de 4 tiros.

     

    Arleusa, relatou ao JP que o homem em um momento escondeu a espingarda e foi em direção a casa dela onde estava ela e o esposo. Arleusa contou que o homem a xingou de tudo quanto foi nomes obscenos, a conselheira pediu para que o homem fosse embora da casa dela, a polícia chegou.

     

     A conselheira contou aos policiais o que aconteceu, sobre as ameaças, sobre os tiros e segundo a conselheira o suspeito a acusou de ter uma arma em casa, o homem já não estava mais com a espingarda, a conselheira disse aos policiais que se eles quisessem entrar na casa para procurar a arma que ficasse à vontade, nisso o homem estava na área da casa dela.

     

    Entre as trocas de acusações, os policiais segundo Arleusa, colocaram o homem para ir embora. A conselheira contou que o primo do marido dela chegou juntamente com a esposa preocupados, pois haviam escutado os disparos de arma de fogo e foi saber o que estava acontecendo, pois ele disse segundo Arleusa que viu os meninos correndo em direção à BR-153, a chácara fica na divisa com a rodovia.

     

    Arleusa, disse que foi saber da situação, quem eram os garotos e o que eles estavam fazendo na chácara, ela disse que eles entraram para pegar manga.

     

    Já por volta das 18h, Arleusa queria ir embora, mas o primo do esposo dela disse para que eles não fossem naquele momento, já que o homem estava na porteira que faz divisa das duas chácaras que ele estaria esperando lá, Arleusa, relatou que ligou para a polícia novamente, pois queria ir embora, na porteira segundo Arleusa, o homem que estava alterado, xingava muitos palavrões, Arleusa informou que ele sempre ameaçava dizendo que ia matá-la e gesticulava atos obscenos o tempo todo.

     

    Até que a polícia chegasse ao local novamente, Arleusa ficou em um espaço entre a porteira e a sede da chácara, o suspeito percebendo foi em direção de Arleusa, o marido dela ainda estava na sede da chácara, Arleusa falou que o homem chegou e a agrediu fisicamente, a jogou no chão, pisou em cima do seu pé dela.

     

    A conselheira contou que o homem apossou-se do telefone celular que é do Conselho Tutelar, o suspeito de acordo com Arleusa o tempo todo a ameaçava de morte e que isso não iria ficar desta forma, a polícia chegou novamente, Arleusa explicou que ela foi agredida e que o homem Teria pego o celular do Conselho Tutelar, inclusive o Conselho Tutelar de Rialma está sem o telefone para atendimento do plantão.

     

    Segundo a vítima, os filhos do próprio suspeito que retiraram ele de Arleusa, e a todo momento ameaçando a conselheira, o homem não foi levado para delegacia.

     

    A vítima, disse que os policiais a orientou para que na segunda-feira (13) procurasse a delegacia e desse a queixa. Hoje, Arleusa comenta que a maior preocupação são as ameaças do suspeito.

     

     A conselheira, falou à reportagem que quer justiça e que vai levar o caso até as últimas consequências, pois segundo ela, essa não foi a primeira vez e o caso está se agravando.  Este caso foi registrado na Polícia Civil de Rialma, ela espera que seja investigado.

     

     

     

     

     

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